Soluções em SaaS
Transforme sua ideia em uma plataforma SaaS
Software por assinatura com arquitetura multiempresa, planos, cobrança recorrente e as métricas que provam a saúde do produto.
O que um SaaS exige a mais
Vender software para muitas empresas muda a arquitetura
Não basta um bom sistema: o produto precisa se sustentar sozinho quando o centésimo cliente se cadastrar de madrugada.
Arquitetura multiempresa
Cada cliente enxerga apenas os próprios dados, com isolamento garantido desde a modelagem do banco.
- Separação de dados por empresa
- Convite de usuários e papéis por conta
- Subdomínio ou domínio próprio por cliente
Planos e cobrança recorrente
A assinatura roda sozinha: cobra, avisa, suspende e reativa sem intervenção manual do seu time.
- Planos, limites de uso e período de teste
- Cobrança recorrente por cartão e Pix
- Régua de inadimplência e bloqueio automático
Métricas do produto
Os números que dizem se o SaaS está saudável, disponíveis desde o primeiro cliente pagante.
- MRR, churn e clientes ativos
- Ativação e uso por funcionalidade
- Painel interno de suporte e impersonação
Estratégia de lançamento
Do MVP aos primeiros clientes pagantes
Cada fase é um marco de entrega: você valida com usuários reais antes de investir na seguinte.
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Fase 1
Núcleo do produto
A funcionalidade que resolve a dor principal, sem acessórios.
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Fase 2
Contas e acessos
Cadastro, isolamento por empresa, convites e papéis de usuário.
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Fase 3
Planos e cobrança
Assinatura recorrente, período de teste e régua de inadimplência.
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Fase 4
Escala e métricas
Monitoramento, painel de MRR e churn, suporte e performance.
Perguntas frequentes
Dúvidas de quem vai lançar um SaaS
Qual a diferença entre um sistema sob medida e um SaaS?
Um sistema sob medida atende uma empresa: a sua. Um SaaS é um produto que você vende para muitas empresas, então precisa de isolamento de dados entre clientes, planos, cobrança recorrente e um painel para administrar as contas. A base técnica é parecida, mas o SaaS carrega essa camada de produto desde o início.
Vale a pena começar com um MVP?
Quase sempre. Um MVP com o núcleo do produto, cadastro e cobrança já permite validar se alguém paga pela solução, e o aprendizado dos primeiros clientes costuma mudar o escopo do que viria depois. O modelo de marcos existe para isso: você lança antes, aprende e decide o próximo investimento com dados.
Como funciona a cobrança recorrente no Brasil?
A assinatura é integrada a um provedor de pagamentos que suporta recorrência por cartão e Pix. O sistema controla planos, ciclos, tentativas de recobrança e o bloqueio do acesso em caso de inadimplência. A escolha do provedor entra na análise técnica, porque afeta taxa, repasse e experiência do assinante.
O produto e o código-fonte pertencem a quem?
À sua empresa, com a propriedade registrada em contrato junto com a entrega dos repositórios e da documentação técnica. Isso é essencial em um SaaS, já que o software é o próprio ativo do negócio.
Outras soluções que podemos desenvolver
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